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Jogos via streaming: o futuro está cada vez mais próximo

No futuro, games poderão funcionar mais ou menos como músicas e filmes atualmente: você escolhe um aparelho de sua preferência, abre o jogo desejado e começa a jogar sem precisar inserir disco e nem fazer download. É mais ou menos com isso que a indústria sonha: games via streaming a qualquer lugar e a qualquer momento.

Esse futuro está ao mesmo tempo relativamente próximo - já existem iniciativas nesse sentido - e também bastante distante - os obstáculos para a popularização dos games via streaming são muitos. Google, Microsoft e Sony são algumas das empresas que já investem na área, e, dependendo delas, consoles ficarão no passado e os jogos vão rodar basicamente em qualquer lugar, sem nenhum tipo de limitação por hardware.

O streaming no futuro

Quando você quer assistir a uma série da Netflix, provavelmente abre o app do serviço na TV, em algum console, no celular ou até mesmo no computador, seleciona o vídeo desejado e começa a assistir. Quando você quer ouvir um artista, abre o Spotify no dispositivo preferido, escolhe a música e começa a ouvir. Os jogos por streaming funcionam da mesma forma, mas com algumas exigências extras em relação a outras formas de mídia como áudio ou vídeo.

Jogos oferecidos por streaming dispensam a necessidade de comprar consoles caros a cada vez que fabricantes lançam uma nova geração de videogames. Eles rodam em um servidor, que transmite as informações para o usuário. Em um mundo ideal, o streaming da Microsoft vai permitir que jogos do atual Xbox sejam rodados até mesmo em um celular básico. Mas esse mundo ideal está longe de existir, e as limitações do mundo real comprometem bastante o projeto do streaming de games.

O maior obstáculo fica por conta das conexões de internet. Para um jogo via streaming funcionar bem, é preciso que a conexão seja estável, confiável e muito rápida. Como a execução do jogo é remota, todas as ações feitas pelo jogador - como apertar um botão para saltar, por exemplo - precisam ser enviadas pela internet, para a resposta do game ser reenviada ao usuário.

Diferentemente de quando o jogo roda em um console local, que o pressionar de um botão é reconhecido imediatamente pela máquina, no caso do streaming essas informações precisam viajar, e as viagens podem ser longas. Assim, antes de imaginar um futuro em que todos os games rodam em qualquer lugar, é preciso pensar que esse mundo vai ter internet de qualidade o tempo inteiro (o que é bem difícil de se imaginar agora).

Na segunda-feira, 1, o Google anunciou o Project Stream, um serviço que promete rodar mesmo jogos pesados em computadores leves a partir do navegador Chrome. Enquanto o Google começa a testar seu serviço, a Sony já tem um funcionando, a Microsoft trabalha no seu, e a Nintendo ainda não tem nada oficial a respeito, mas não se mostra contra a implementação do streaming por outras empresas.

No caso do Google, o Project Stream vai ter uma fase de testes bem limitada: alguns poucos usuários vão ter acesso ao serviço, que vai oferecer "Assassin's Creed Odyssey" em resolução 1080p e a 60 quadros por segundo dentro do navegador Chrome, com a possibilidade do uso de controles de PlayStation 4 ou Xbox One.

Mas há um obstáculo: além de ser restrito aos Estados Unidos, o serviço também exige uma conexão bem robusta, de pelo menos 25 megabits por segundo.

Durante a E3 2018, a Microsoft anunciou que já prepara um serviço de streaming para o Xbox, mas por enquanto nenhum detalhe foi divulgado. Segundo rumores, a próxima geração do console da Microsoft vai ser inclusive lançada na forma de um aparelho voltado exclusivamente para streaming - ele seria mais barato do que o console convencional, mas exigiria conexão constante com a internet para rodar os games, enquanto o outro modelo poderia rodar a partir de discos ou armazenamento interno.

A empresa já trabalha no serviço há algum tempo. Protótipos foram desenvolvidos antes mesmo do Xbox One ser lançado, mas a plataforma foi considerada cara demais para a época e acabou sendo deixada de lado. Agora, com avanços do Microsoft Azure, a companhia acredita que esteja próxima de possibilitar um streaming confiável para futuros consumidores de dispositivos Xbox.

Enquanto isso, a Sony já tem o PlayStation Now. Lançado em 2014 com tecnologia da empresa Gaikai, comprada pela Sony em 2012, o serviço é restrito a alguns poucos lugares do mundo atualmente. No Brasil, por exemplo, ele não está disponível. Nos Estados Unidos, onde custa US$ 20 por mês, ele exige também uma conexão de pelo menos 5 megabits por segundo cabeada e com limitação de velocidade para outros dispositivos que estejam ligados à mesma rede.

Com um catálogo com mais de 600 títulos entre games de PlayStation 2, 3 e 4, o serviço é atualmente o mais robusto de streaming disponível, embora não seja acessível para muita gente. Ele roda tanto no PS4 quanto em PCs - ou seja, os jogos ainda não podem rodar em qualquer aparelho, como um celular básico ou um tablet.

Para finalizar as três gigantes da atualidade, a Nintendo não tem nada oficial para streaming de jogos, mas outras empresas podem lançar soluções para o Switch. A Capcom e a Ubisoft já fazem isso: no Japão, "Resident Evil 7" e "Assassin's Creed Odyssey" estão disponíveis sob demanda no console híbrido. São dois games que, em condições normais, o Switch não tem potência para rodar. Mas, como no streaming a parte pesada de rodar um jogo é feita remotamente, os jogadores acabam conseguindo aproveitar os títulos no console.

A Nvidia também tem o GeForce Now, que oferece acesso a diversos jogos no macOS, Windows e nos dispositivos da linha Shield - por enquanto, o serviço é restrito aos Estados Unidos.

Streaming local é realidade

Enquanto o "Netflix dos jogos" não existe para todos, pelo menos já é possível fazer streaming dos seus próprios jogos para outros dispositivos - em alguns casos. A Nvidia oferece um serviço para donos de algumas das GPUs mais potentes da empresa e para o dispositivo Nvidia Shield, enquanto Microsoft e Sony incorporaram um recurso nativo em seus consoles.

Quem tem um PS4 pode, por exemplo, jogar games do console no PC ou em um PS Vita. E tudo o que é necessário, além de algumas configurações, é que o videogame esteja conectado a uma rede de internet confiável. Assim, games como "Bloodborne" podem ser jogados mesmo a distância. O mesmo vale para a Microsoft e o Xbox One.

Ainda não é um serviço tão atraente quanto um que você abre em qualquer lugar, escolhe um jogo e começa a jogar, mas já é algo que ao menos permite que o usuário jogue sem ser no console nativo. Enquanto as conexões de internet não forem suficientemente confiáveis, e a latência da transmissão dos games for mais alta do que o indicado, o melhor jeito de rodar um jogo remotamente vai ser esse. Mas quem sabe as coisas mudem no futuro.

Fonte: Olhar Digital

O streaming pode ser o futuro dos consoles

Notícias sobre a próxima geração de consoles começaram a surgir durante as últimas semanas. Nenhuma delas nos deu uma visão clara sobre os consoles da Sony ou Microsoft – em vez disso, tivemos pequenas amostras de cada um. E cada amostra possui focos totalmente diferentes. De um lado, temos rumores sobre o hardware que a Sony vai usar. Do outro, rumores sobre as táticas de distribuição da Microsoft.

Dito isso, elas nos dão uma imagem de um futuro que é um passo natural em relação a geração atual, sem grandes avanços na tecnologia, especialmente se você já tiver visto um jogo rodando num computador de última geração. Na verdade, a imagem mais interessante tem a ver com a maneira que iremos jogar muitos desses games.

Especificamente, parece que os jogos via streaming rodando a partir de um servidor central pode ser o grande componente da próxima geração – e se esse for o caso, estamos ferrados.

Primeiro, vamos analisar os rumores, só para assegurar que vamos todos falar a mesma língua. No lado do Xbox, Brian Crecente relatou à Variety que a Microsoft, e a desenvolvedora e distribuidora de jogos Ubisoft, pareciam enxergar o futuro dos jogos no streaming.

O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, foi bem direto, dizendo à Variety que “Com o tempo, acho que o streaming se tornará mais acessível para mais jogadores e assim não será mais necessário ter um hardware incrível em casa”. Ele seguiu dizendo que “teremos mais uma geração de consoles e depois disso, estaremos todos fazendo streaming”.

Phil Spencer, presidente executivo de jogos da Microsoft, foi muito mais tímido – e não falou que os dias de console estão contados. Em vez disso, ele foi numa linha de pensamento da companhia que diz que os jogos devem ser mais “agnósticos” em relação ao hardware. “Eu não ligo que as pessoas joguem Minecraft em um Xbox One, mas ligo para a possibilidade de que as pessoas possam jogar Minecraft em qualquer console ou dispositivo que tenham em sua frente”, disse à Variety.

Jogar, segundo ele, é “menos sobre ter um dispositivo específico para jogar um determinado game, e mais sobre ter seus jogos favoritos acessíveis em qualquer dispositivo”.

Certamente existem diversas maneiras com que a Microsoft pode tornar os jogos menos dependentes do hardware, mas o caminho mais óbvio é pela transmissão de jogos a partir de um servidor central – algo que Spencer admitiu que a Microsoft está de olho. Durante a conferência da companhia na E3, ele disse que a empresa estava desenvolvendo um serviço de streaming para entregar “a qualidade de jogos de console em qualquer dispositivo”.

Isso não significa necessariamente que essa será a única rota pela qual a Microsoft vai entregar jogos para os seus consumidores, mas definitivamente indica que a companhia enxerga o streaming como parte do seu futuro.

Não é claro como a Sony enxerga o streaming, no entanto. Mas ao contrário da Microsoft, a empresa já tem uma infraestrutura poderosa para este fim. O serviço PS Now transmite jogos diretamente para os consoles dos jogadores e o PS Vue permite transmitir para as TVs.

Então, o PS5 poderia levar as coisas adiante e ser um dispositivo focado em streaming? Isso não está nada claro. O rumor mais forte que ouvimos sobre o PS5 é que ele terá hardware da AMD. Isso por si só não é uma surpresa. O PS4 e o Xbox One são ambos baseados em CPUs e GPUs da AMD.

De acordo com a Forbes, o hardware que a AMD desenvolveu especificamente para o PS5 quase desestabilizou o ciclo de desenvolvimento da companhia para GPUs de computadores. A nova arquitetura de GPU focada para o PS5, conhecida como Navi, será baseada no processo de fabricação de 7nm. A Forbes indicia que ela irá trabalhar em conjunto com uma CPU baseada na atual microarquitetura Zen.

Não se sabe ainda se esses dois componentes serão um SoC semi-personalizado ou se serão estruturados como um PC tradicional. Essa última opção parece mais provável, simplesmente porque é a forma com que a AMD tem trabalhado com os consoles há anos, e ela manda bem nisso.

O pessoal do PCGamesN noticiou que a GPU seria menos poderosa e não teria a capacidade de escala do Zen. Veja, as CPUs Zen usam uma tecnologia AMD conhecida como Infinity Fabric, que permite que a AMD reúna um grande número de CPUs e que o software executado nesses processadores enxergue o sistema como um processador único e extremamente poderoso.

Muitos assumiram que o projeto Navi faria a mesma coisa com as GPUs. Mas David Wang, vice-presidente de engenharia da Radeon Technologies Group da AMD, disse ao PCGamesN que não é esse o caso. A conversa é cheia de termos técnicos, mas Wang basicamente colocou a culpa nos desenvolvedores dos jogos, que teriam que codificar seus jogos para enxergar a série de GPUs como uma GPU única.

Isso significa que o PS5 lançado em 2020 não seria tão poderoso quanto um PC de ponta montado em 2018. Isso é um problema, porque os jogos da próxima geração já estão, de acordo com Arthur Gies na Variety, engasgando em PCs de alto nível – ou seja, é preciso CPUs e GPUs mais parrudas para rodarem liso.

Os consoles conseguem obter muito mais performance do seu hardware graças ao fato de que não precisam lidar com multitarefa e porque os desenvolvedores conseguem codificar tudo para componentes específicos, em vez de projetar os jogos para funcionar em uma gama ampla de hardware. Porém, ainda é uma tarefa difícil pedir que desenvolvam jogos para um dispositivo que não é tão poderoso quanto um PC atual.

Mas se o streaming for parte do próximo console da Sony, o hardware não será tão importante. O dispositivo poderia rodar alguns jogos diretamente, enquanto que os mais pesados seriam transmitidos.

E aqui é onde está o grande problema. Se o streaming for grande parte da próxima geração de consoles, muitos gamers ficarão putos. A Nvidia já transmite jogos pesados em seu console Shield, mas a experiência é… apenas adequada. Isso porque transmitir um jogo – especialmente um com resolução 4K, ou HDR, ou a 60 quadros por segundo o mais – exige muita banda, e muita gente não tem acesso à internet capaz de lidar com isso.

O serviço da Nvidia exige pelo menos 15 Mbps para transmissões em 720p a 60 quadros por segundo, e 25 Mbps para 1080p a 60 quadros por segundo. Se o console conseguisse lidar com resoluções maiores, a banda exigida seria maior também. O que significa que para você ter um jogo tão belo quanto se tem em um PS4 Pro ou Xbox One X, precisaríamos de uma conexão de 30 a 40 Mbps, facilmente.

De acordo com a Akamai, a velocidade média de internet nos Estados Unidos é de 18,7 Mbps, que poderia entregar apenas 720p a 60 quadros por segundo. No Brasil, a média é pior ainda: 6,4 Mbps – nem dá para aproveitar o streaming. Além disso, muitas das casas não possuem velocidades maiores disponíveis – não há infraestrutura das operadoras.

As coisas ficam piores quando você considera o preço de uma boa internet. Se você acha que pagar pela Xbox Live Gold ou pela PS Plus é algo ruim, considere que seria necessário pagar ainda mais grana para ter uma internet boa. Dados de 2016 da Anatel mostram que o preço médio por cada Mbps é R$ 5,98. Um plano de 40 Mbps da TIM custa R$ 105 mensais, em São Paulo; já a Vivo cobra R$ 100 por 50 Mbps – dentro do Combo.

Se as velocidades e os preços melhorarem, o streaming pode se tornar viável. Mas não é provável que isso aconteça no curto prazo. O ponto para a próxima geração de consoles é ter gráficos e experiências melhores. Se dependermos da internet para isso, não vai dar muito certo.

Fonte: Gizmodo

Plataformas que prometem acesso a um catálogo de jogos novos sem que você tenha que baixá-los ou ter uma mídia física não são nenhuma novidade. O Gaikai, por exemplo, surgiu com essa proposta lá em 2008, oferecendo uma tecnologia que permitia jogar games remotamente através de vários dispositivos — ideia atraente que fez com que a empresa fosse comprada pela Sony em 2012.

No entanto, esse mundo mágico onde poderíamos ter acesso a games recentes com o melhor gráfico possível nunca realmente decolou até agora. Os motivos para isso são variados: faltas de investimento em infraestrutura, pouco apoio das desenvolvedoras e uma rede de internet com qualidade muito variada entre diferentes países são alguns deles — isso sem contar com a resistência cultural de muitos consumidores, que não gostam da noção de “não ter” um jogo pelo qual pagaram.

Isso não impediu que, na E3 de 2018, o assunto voltasse com força renovada. Enquanto a Microsoft “puxou o barco” com que o que depois ficou conhecido como o Project X Cloud, nomes como Electronic Arts, Ubisoft, Bethesda, Google, Amazon e a operadora Verizon também demonstraram interesse na tecnologia, que promete “democratizar” games de uma forma nunca antes vista.

O futuro chegou?


Para quem vive no Brasil, imaginar um futuro em que todos terão uma internet boa o suficiente para um streaming 4K de alta qualidade com baixa latência parece um sonho distante, mas tem muitos executivos que acreditam que essa vai ser a regra em breve — ao menos nos Estados Unidos. Exemplo disso é Yves Guillemot, CEO da Ubisoft, que já afirmou mais de uma vez que a próxima geração de consoles deve ser a última nos moldes tradicionais.

Quem também aposta em uma ideia semelhante é a Microsoft, que aposta bastante no Project X Cloud como parte importante da família Xbox. Apesar de agir de forma mais cuidadosa, afirmando que o streaming pode demorar algum tempo para se estabelecer, ela acredita que já terá uma plataforma funcional dentro de 3 anos — isso sem deixar de lado modelos mais tradicionais de oferecimento de games.

O motivo para essa empolgação é simples: o estabelecimento do streaming deve permitir atingir um público ainda maior — pense no pessoal que só tem um smartphone, e usa ele para jogar Fortnite, por exemplo, tendo acesso a uma biblioteca com qualidade gráfica e gameplay semelhantes a um console tradicional.

Ao colocar tudo na nuvem, muitas empresas conseguiriam quebrar as barreiras impostas pelos hardwares que temos disponíveis atualmente. Imagine se uma empresa Triplo A não tivesse que passar de quatro a cinco anos trabalhando com os limites de um console, podendo aproveitar a última linha em tecnologias assim que elas estivessem disponíveis, sem se preocupar em perder público por conta de limitações da plataforma que as pessoas têm em casa.

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“Hoje temos 200 milhões de jogadores nos consoles e 2 bilhões de jogadores no total, globalmente. Os games criados para essas 200 milhões de máquinas em breve vão poder ser acessados pelos 2 bilhões”, afirmou Guillemot ao Kotaku. “Eu penso que em 10 anos vamos ter 5 bilhões de pessoas que vão poder acessar os games que criamos. Isso vai mudar totalmente a atitude da indústria — e sua percepção”.

Todd Howard, da Bethesda, apoia essa impressão e acredita que o streaming pode ter no games o mesmo efeito que teve no acesso a músicas e a filmes. O chefão do Xbox, Phil Spencer, também está animado com essa perspectiva e acredita que a tecnologia vai fazer com que criadores não tenham mais que lidar com as limitações de um dispositivo específico.

“Nosso foco é trazer jogos com a qualidade de consoles que você vê na TV ou no PC a qualquer dispositivo. Eu penso que nossa esperança é que isso vai aumentar os consumidores e o engajamento, também... Eu quero ver os criadores com os quais tenho relacionamentos  criar jogos grandes e imersivos e eu quero ter a plataforma que permite a esses criadores atingir 2 bilhões de pessoas, e não ter que tornar seus estúdios em algo que faz jogos de combinar três pontos, em vez de jogos single player com histórias porque essa é a única maneira de atingir essas plataformas”, afirmou Spencer ao Kotaku.

Mais experimentação


Ao atingir um público maior e ampliar as fronteiras do mercado de games, o streaming pode também ajudar a termos jogos Triplo A com estilos mais variados. Para isso, contribui também o aumento dos sistemas de assinaturas no melhor “estilo Netflix”, tal qual o Xbox Game Pass e o EA/Origin Acess.

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Segundo ele, o modelo atual trabalha com orçamentos, expectativas e objetivos bastante similares entre diferentes projetos, o que acaba tornando algumas ideias inviáveis. “Eu penso que, quando você olha para um mundo de assinaturas, ele abre a porta para novas possibilidades. Como games que não são feitos para mais de 300 mil pessoas, mas são construídos e orçados de forma adequada”.

“Você tem seu House of Cards para a Netflix, mas também tem seus especiais de comédia ou seus documentários de crimes reais, e não são somente os gêneros que são diferentes. O tamanho e a escala dessas coisas — orçamentos e tudo mais são coisas diferentes”, explicou Darrah. Segundo ele, o formato desse tipo de serviço também proporciona uma maior experimentação, já que você “já está pagando” e não vai perder muito se investir seu tempo em algo desconhecido.

Enquanto os comentários de Darrah foram feitos especificamente em relação aos serviços de assinatura já vistos atualmente, não é difícil ver como o streaming se encaixa nisso. É muito mais fácil ver empresas como a Microsoft integrando suas ofertas a assinaturas da Live (e, possivelmente, do Game Pass) do que oferecendo o streaming nos moldes do PlayStation Now, que cobra preços bastante “Premium” de certos títulos — o que torna mais atraente apostar no velho modelo de mídia física do que na tecnologia de transmissão.

Uma empresa que já mostrou o quanto o aumento de um alcance de um game pode ser benéfico para os negócios é a Epic Games. Ao oferecer Fortnite: Battle Royalepara todas as plataformas possíveis, a empresa conseguiu financiar projetos como a Epic Games Store, ao mesmo tempo em que diminuiu a fatia que cobra dos desenvolvedores que usam sua Unreal Engine 4.

Futuro repleto de incertezas


Lendo tudo isso que escrevi até agora, fica fácil se seduzir pelo que o streaming promete. Afinal, pelo que as empresas estão vendendo, só teremos vantagens: jogos mais acessíveis, com servidores mais povoados e com uma maior diversidade de gênero — tudo isso sem ter que pagar por um console novo, ao mesmo tempo em que os gráficos continuariam evoluindo constantemente.

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Embora teoricamente tudo isso seja possível, ainda será preciso “ver para crer” para acreditar que o streaming realmente vai ser uma alternativa viável à jogatina tradicional. A latência dos servidores deve ser um dos principais adversários das empresas, especialmente em jogos que exigem respostas imediatas — em muitos casos, “bom o suficiente” nunca será bom o bastante para jogadores que existem respostas perfeitas de seus comandos.

Também teremos que lidar com questões como a descentralização dos serviços: você estaria disposto a pagar duas ou mais assinaturas para ter acesso ao catálogo de tudo o que deseja jogar? Porque com nomes como a Electronic Arts e a Microsoft nesse mercado, tenha certeza de que essas companhias vão “segurar” seus títulos nos serviços que elas pretendem oferecer.

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A popularização do streaming também deve acentuar as discussões sobre o que é “ter” um game na atualidade. Se até mesmo possuir uma cópia física não é mais garantia de poder jogar um título para sempre (no caso de experiências online que encerram suas atividades), a saída de um jogo de um sistema de streaming é só questão de o contrato de licenciamento acabar — algo que quem assina a Netflix já testemunhou diversas vezes.

O que está certo é que, em 2019, devemos ver muitas notícias e lançamentos relacionados à tecnologia, que parece finalmente ter atingido o nível de maturidade que a indústria esperava. Se isso vai dar certo ou não, somente o tempo vai dizer — mas não vai faltar em quem aposte pesado para que isso se transforme em um modelo de negócios viável em larga escala.

Fonte: Voxel

Ubisoft acredita que no futuro os consoles serão substituídos por jogos via streaming


urante um evento realizado essa semana pela Ubisoft, Yves Guillemot, CEO da companhia responsável por franquias como Far Cry, e Watch Dogs, deu uma declaração sobre a sua visão de como as pessoas irão lidar com games no futuro. De acordo com Guillemot, jogos via steaming irão substituir os consoles.

O executivo acredita que haverá apenas mais uma geração de consoles antes que o streaming seja realmente adotado. Este tipo de visão faz todo o sentido, aliás algumas ideias demonstram isso, como por exemplo a Microsoft que utiliza no Forza uma ajudinha de processamento remoto para o Xbox One. Com o streaming elimina-se por exemplo o grande vão entre os consoles e o PC, já que o processamento aconteceria nos grandes centro de dados proporcionados pelos fabricantes. Obviamente demanda muita largura de banda por parte do usuário, o que em certos países (né Brasil) torna-se um grande problema.

Inclusive Guillemot cita a largura de banda como um dos percalços que devem ser “superados” para que a adoção de games via streaming se torne popular daqui alguns anos. 

D acordo com Lorne Lanning, criador da série Oddworld, o chefe da divisão Playstation, Shuhi Yoshida, teria dito que não sabe se haverá realmente um Playstation 5. Essa declaração pode significar diversas coisas, a primeira é que talvez não haja uma Playstation como conhecemos hoje, e sim a adoção de uma nova forma do serviço, que poderia ser o streaming por exemplo. Além de reforçar o conceito do console de “meia geração”, já que muitos rumores apontam que o Playstation 4 irá realmente receber uma nova versão, com um hardware mais poderoso, uma atualização para a geração que temos hoje. Deixando que o PS5 caminhe por outro segmento.,


O que estamos sonhando é uma tecnologia que nos permita transmitir nossos jogos para todas as TV, celulares e tablets no futuro, e isso nos permitirá dar a oportunidade para que todas as nossas marcas alcancem 2,5 bilhões de jogadores em cinco anos e talvez cinco bilhões em 10 anos.


A próxima grande coisa será a capacidade de fazermos o streaming dos nossos jogos para mais telas e a habilidade de usar todas as fazendas de servidores que estiverem num data center para então criarmos os jogos definitivos. Serão jogos muito responsivos a todas as ações que você fizer neles, lembrando o que você fez e antecipando as suas necessidades.






Por outro lado, o mercado já mostrou que o streaming de jogos ainda pode estar muito longe de atingir um público significativo e mesmo uma empresa enorme como a Sony tem sofrido para emplacar o PlayStation Now. Inclusive dizem por aí que a fabricante estaria prestes a oferecer uma opção para os assinantes baixarem os jogos, fazendo com que o seu serviço de streaming passe a funcionar de maneira mais parecida com o Xbox Game Pass.



Se um dia veremos o streaming substituir a maneira tradicional de consumir jogos, sinceramente não sei. Porém, acho que seria muito bom se esse modelo de distribuição se espalhasse pelo mundo, pois acredito que ele realmente poderia permitir que um número maior de pessoas tivesse acesso aos games. Tudo bem que cinco bilhões parece um tanto exagerado, mas se algumas pessoas puderem jogar algo razoavelmente bem sem precisar investir na compra de um console, o streaming já terá cumprido o seu papel.



Fonte: Meio Bit e Hardware



EA | Empresa afirma que o streaming será o futuro dos jogos
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No console da Microsoft, o Xbox, os serviços já viraram uma tendência. A presença do EA Acess e do recente Xbox Game Pass demonstram que esse tipo de recurso veio para ficar.



Chris Evenden, vice presidente da EA, disse que a Electronic Arts está empenhada a muito tempo para trazer melhorias para o streaming de jogos. Chris afirmou que a EA já está preparando uma evolução desse serviço e que a companhia acredita que é o futuro da indústria.





Acredito que seja inevitável que o mundo dos games siga uma direção similar as indústrias de música e vídeo no sentido de distribuição de conteúdo. Em breve teremos mais serviços como Spotify e Netflix adaptados para jogos.



Chris afirma que a tecnologia para tornar isso possível já existe e que a própria EA já está executando testes para aplica-la.



A questão da infraestrutura ainda nos incomoda, mas estamos vencendo essa barreira cada vez mais rápido. Acredito que nos próximos 3 a 5 anos essa tecnologia será uma realidade.



De acordo com Chris, o futuro os jogadores poderão pagar U$10,00 por mês para jogar FIFA sem ter um console. No entanto, isso ainda deve demorar para acontecer.



Manual dos Games


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Documentos apontam que o Walmart estaria projetando uma plataforma de games por streaming


Nós já falamos sobre o possível interesse da Amazon quanto ao streaming de games. E também sobre a Verizon, operadora de telecomunicações dos EUA. Mas, quem apareceu como outro forte nome para buscar uma fatia do bolo foi o Walmart. Um relatório apresentado pelo US Gamer diz que a rede de lojas dos EUA está explorando as possibilidades de lançar seu próprio serviço de jogos na nuvem.

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O The Verge apurou que, apesar de estranho em um primeiro momento, por causa do ramo da marca, não é algo impossível para a empresa. O Walmarttem infraestrutura necessária para um projeto deste porte, o que inclui seis servidores gigantes com dados da empresa, e informações de seus clientes.

Walmart também usa serviços de terceiros para seus projetos. Apesar de possuir servidores, há uma parceria de cinco anos com a Microsoft, que utiliza o Azure e Microsoft 365 em toda a empresa, além de projetos voltados para a inteligência artificial. Vale lembrar que a Microsoft é uma das empresas que trabalha a favor de uma plataforma de streaming de jogos.

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Além disso, o Walmart já tentou se aventurar em questões semelhantes. Já tentou vender seus próprios computadores gamers através da marca Overpowered, em parceria com a Esports Arena, mas sem sucesso. E também cogitou lançar seu próprio serviço de streaming de vídeos. Para concorrer com a Netflix, e o Amazon Prime Video, mas o projeto foi arquivado.

Fonte: Arkade

SURGEM DETALHES SOBRE PROJECT XCLOUD, SEU SISTEMA DE STREAMING DE JOGOS


Em 2018, a Microsoft revelou o Project xCloud, um sistema de streaming de jogos para diferentes plataformas. Em uma nova entrevista, o chefe de jogos na nuvem da Microsoft, Kareem Choudhry, deu mais detalhes sobre as funcionalidades do xCloud, assim como alguns requesitos para que ele funcione como esperado.

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Em entrevista ao site Eurogamer, Choudhry revelou que o Project xCloud segue firme para seu lançamento até o final de 2019 e comentou que os últimos testes de latência, feitos na região da cidade de Washington, mostraram bons resultados, com números menores a dez milissegundos. Segundo Choudhry, é mais fácil encontrar latência maior conectando um dispositivo Bluetooth a um smartphone Android.

Ao ser questionado que tipo de conexão será necessária para fazer o xCloud funcionar, o diretor revelou que os testes atuais mostram ótimos resultados com conexões entre 9 e 10 Mbps. Ele complementou que a equipe está trabalhando para que possa entregar uma boa qualidade de vídeo até conexões mais baixas, entre 5 e 6 Mbps, mas com resoluções menores.

Xbox Game Pass por streaming?


Uma das perguntas feitas a Choudhry foi relacionada ao Xbox Game Pass e a possibilidade de acessar os games do serviço através do Project xCloud.

O diretor não deu uma resposta muito direta, apenas confirmando o desejo de disponibilizar o serviço, mas lembrando que, atualmente, ele é válido apenas para o Xbox One. Isso pode ser indicativo que a possibilidade de os jogos serem disponibilizados em plataformas como PC e mobile podem apresentar alguns obstáculos legais para se tornar realidade.

Fonte: Voxel

Amazon prepara serviço de streaming de jogos para concorrer com Google e Microsoft


De acordo com o site americano The Information, a Amazon está criando seu próprio sistema de streaming de jogos, mas não um para que uma pessoa acompanhe a jogatina de outra. A ideia é de algo semelhante ao que o Google apresentou no ano passado, quando entregou Assassins Creed: Odyssey completo para rodar no Chrome.

A ideia é de permitir que assinantes joguem títulos que necessitam de processamento pesado da máquina, só que sem rodar o game localmente. A única exigência para que o jogo rode bem é uma conexão veloz com a internet, já que o lado do cliente recebe tudo que é gerado no lado da nuvem.

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As fontes que foram ouvidas pelo site afirmam que a Amazon já está conversando com desenvolvedores e empresas que publicam os títulos, com o objetivo de inaugurar o serviço no ano que vem e com biblioteca generosa. Outro ponto que corrobora com a plataforma de streaming está em duas vagas para engenheiros na empresa, para trabalhar em Seattle e cuidar de jogos em nuvem.

Este tipo de jogatina não é novidade e empresas como Google, Microsoft e a Sony, com o PlayStation Now, já testaram ou implementaram soluções deste sentido. O que tende a ser um problema é a latência da conexão, que pode ser uma área onde a Amazon já sabe lidar – afinal de contas, a Amazon é o maior provedor de computação em nuvem do mundo.

Outro ponto positivo para a Amazon é sua linha de dispositivos, como o Fire TV Stick, os tablets que rodam uma versão muito customizada do Android e até alguns periféricos para gamers, como controles com conexão bluetooth. Junte tudo isso e você encontra um console que serve apenas para levar a demanda de games para o servidor e entregar o resultado do comando do jogador na TV.

Fonte: Tecnoblog

Google anuncia oficialmente o Stadia, sua plataforma de games por streaming!

Agora é oficial: o Google subiu ao palco da GDC para apresentar ao mundo o Stadia, sua plataforma de games por streaming que promete rodar jogos em 4K direto do navegador Google Chrome!

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Não é de hoje que o conceito de games por streaming existe, e plataformas já nasceram e morreram pensando nisso nos últimos anos. Mas né, nenhuma delas tinha o know how e os servidores do Google, o que sem dúvida injeta alguma credibilidade ao projeto.

Na prática, o Google Stadia não será um console, mas uma plataforma virtual, pela qual jogadores poderão acessar e rodar jogos por streaming através de diferentes aparelhos/interfaces do Google, incluindo aí o Chromecast, os smartphones da linha Pixel e o nosso bom e velho navegador Google Chrome.

Streaming - O modelo da nova geração de Videogames. Stadia-ac


Sem a necessidade de downloads ou instalações, na teoria basta o jogador escolher um jogo, apertar o start e começar a jogar. A empresa promete que conseguirá entregar jogatina em 4K e 60FPS já no lançamento da plataforma, com planos para aguentar 8K e 120FPS no futuro.

Claro que para tudo isso funcionar como  se espera, o usuário precisa ter uma internet estável de excelente qualidade, que aguente rodar o jogo sem lags e travamentos. Este pode acabar sendo o gargalo da plataforma por aqui, mas não inviabiliza a jogatina em países que oferecem serviços melhores.

Em termos de hardware, o Google apresentou o visual oficial do controle do Stadia — consideravelmente parecido com o design que mostramos esses dias –, que terá um botão dedicado para pesquisas utilizando o Google Assistant e outro para upload de vídeos no Youtube. O controle se conectará diretamente aos servidores da Google, permitindo que você leve o para qualquer lugar e mantenha sua jogatina sincronizada em diferentes plataformas.

Streaming - O modelo da nova geração de Videogames. Stadia-1


Em se tratando de jogos, pouca coisa foi mostrada, mas é um começo bastante promissor: Doom e sua vindoura sequência, Doom Eternal, chegarão ao Stadia rodando em 4K, a 60FPS e com suporte a HDR. NBA 2K Sports e Shadow of the Tomb Raider também devem chegar rodando “no ultra” na nova plataforma.

Streaming - O modelo da nova geração de Videogames. Stadia-doom


Além de jogos de thrid-parties, o Google também vai investir em conteúdo exclusivo, e contratou ninguém menos que Jade Raymond (ex-Ubisoft e ex-EA) para capitanear o Stadia Games & Entertainment, estúdio que será responsável por criar games exclusivos para a plataforma.

Streaming - O modelo da nova geração de Videogames. Stadia-2


É interessante notarmos que, sem as limitações de hardware típicas de um console (o Google não deixou de alfinetar as concorrentes durante a apresentação), o escopo tecnológico de produção aumenta consideravelmente, visto que ninguém precisará ter um “PC da NASA” para rodar os games, bastando uma conexão decente com a internet.

Streaming - O modelo da nova geração de Videogames. Stadia-ps4


A empresa prometeu lançar o Google Stadia ainda em 2019 nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e em algumas regiões da Europa. Nada foi dito sobre o preço da “assinatura” nem do controle, nem sobre a chegada da novidade ao nosso país.

Fonte: Arkade

A Apple esta criando um serviço de games por assinatura

O tão esperado evento da Apple na segunda-feira (25) provavelmente terá uma revelação dos próximos serviços de streaming de TV e de notícias por assinatura da companhia. Mas há uma possibilidade de que a Apple também possa abordar seu serviço de jogos por assinatura, informou a Bloomberg no sábado (23).

O serviço de jogos, relatado pelo Cheddar em janeiro, terá supostamente como foco principal o agrupamento de jogos para iPhones e iPads e funcionará basicamente como uma “Netflix dos jogos”. A Bloomberg noticiou que a Apple pode discutir o serviço durante seu evento de segunda-feira, mas disse que a empresa também pode adiar até junho, quando realizará sua Conferência Mundial de Desenvolvedores. Citando fontes familiarizadas com os planos da empresa para o serviço, a Bloomberg afirmou:


A empresa coletaria essas taxas mensais e então dividiria a receita entre os desenvolvedores com base em quanto tempo os usuários passam jogando seus jogos, uma das pessoas disse. A Apple provavelmente está considerando títulos populares pagos na App Store e excluiria títulos que são gratuitos para download, mas que geram receita por meio de compras no aplicativo.


A Apple não respondeu imediatamente a um pedido de entrevista do Gizmodo sobre a reportagem da Bloomberg.

Cheddar noticiou anteriormente que a Apple estava trabalhando no serviço de jogos, citando cinco fontes que afirmaram que as conversas com os desenvolvedores começaram em 2018. Na época, ainda havia uma questão de se a empresa estava seriamente se empenhando no produto. Como informou o Cheddar, o projeto estava “ainda nos estágios iniciais de desenvolvimento, e a Apple poderia, por fim, decidir abandoná-lo”.

Mas a informação da Bloomberg sobre a busca da Apple por jogos pagos para a plataforma — diferentemente daqueles que arrecadam dinheiro por meio de ofertas dentro de aplicativos — parece ser mais uma forma de a empresa aumentar suas ofertas de serviços. Como o Cheddar apontou, o esforço colocado pela empresa em serviços vem em um momento em que ela está procurando expandir sua receita, já que as vendas de aparelho estão desacelerando, paralelamente a uma época em que vemos uma onda de streaming e serviços de assinatura.

Mesmo que o suposto serviço de jogos da Apple não seja anunciado nesta segunda-feira, ainda há muitas possibilidades (principalmente rumores) para o que Tim Cook tem na manga. E, como o Verge observou, falar do serviço de jogos em sua conferência de desenvolvedores pode fazer mais sentido. E mais, além dos serviços de notícias por assinatura e de streaming de filmes e séries, ainda há uma chance de vermos algumas revelações de hardware na segunda-feira também. Porém, dado o hábito da Apple de nos manter em suspense, qualquer coisa pode acontecer até amanhã.

Fonte: Gizmodo

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as empresas que vendem jogo físico vão chorar muito quando isso for realidade

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@Gordola da Station escreveu:
as empresas que vendem jogo físico vão chorar muito quando isso for realidade


vai ter choradeira mas os 2 mercados coexistirao

acho bom q tenha concorrencia e opcao pro consumidor

______________________ Assinatura ______________________

Intel Core i7-7700K Kaby Lake 4.2GHz (4.5GHz Max Turbo) Cache 8MB
GTX 1080 G1 GAMING 8GB GDDR5X 256BIT
Crucial Ballistix Sport 2x8GB DDR4 2666 Mhz
MSI B250 PCI MATE
SSD Kingston A400 240GB + HDD WD Blue WD10EZEX 1TB
WaterCooler CoolerMaster Seidon 120V 120mm
Cooler Master RS-850-SPM2 Silent Pro M2 850W

LIVE: NetoKosovo
PSN: my.playstation.com/netokosovo
STEAM: http://steamcommunity.com/id/netokosovo

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@Antonio Neto escreveu:
@Gordola da Station escreveu:
as empresas que vendem jogo físico vão chorar muito quando isso for realidade


vai ter choradeira mas os 2 mercados coexistirao

acho bom q tenha concorrencia e opcao pro consumidor


acho que venda de jogo físico pra console vai ficar como a venda de jogo físico pra pc hoje em dia, ninguém mais compra, fica lá no fundo da loja numas caixinhas empoeiradas. É um mercado que já era.

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Só sei que esse novo modelo para mim não dá, realmente ficarei com os jogos offline antigos se possível, esses novos vou apenas acompanhar os novos jogadores dessa geração, estou velho demais para acompanhar.

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@Sonymaster escreveu:
Só sei que esse novo modelo para mim não dá, realmente ficarei com os jogos offline antigos se possível, esses novos vou apenas acompanhar os novos jogadores dessa geração, estou velho demais para acompanhar.

Calma Sony, não desista tão cedo.

Tudo depende dos valores.
E não duvido nada que além da streaming, os jogos passem a ser consumidos por assinatura, como o game pass... aí eu acho que pode valer a pena.

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@Gordola da Station escreveu:
@Sonymaster escreveu:
Só sei que esse novo modelo para mim não dá, realmente ficarei com os jogos offline antigos se possível, esses novos vou apenas acompanhar os novos jogadores dessa geração, estou velho demais para acompanhar.

Calma Sony, não desista tão cedo.

Tudo depende dos valores.
E não duvido nada que além da streaming, os jogos passem a ser consumidos por assinatura, como o game pass... aí eu acho que pode valer a pena.


Mas é sério Gordola, sei lá, ultimamente ou melhor, desde do PS3 eu sempre ficava meio para baixo em jogar esses novos jogos, digo esses de mundo aberto e coisa do genero, mas tem jogos que me divertiu demais, daquela lista que eu comprei e quero vender, joguei poucos agora os indies no estilo 2D foi o que mais joguei, então esses jogos são os que mais tem em tudo quanto é lugar, seja ele os antigos no emulador e como nos celulares e consoles antigos como PS3 e futuramente o PS4.

Só vou parar de acompanhar em jogar a nova geração seguinte, como eu ganhei o PS4 eu nem ia compra-lo, mas ganhei, uso muito para estudar pela tv assistindo aos videos e até filmes, agora para jogar são poucos.

Mas nunca vou deixar de jogar, sempre vou jogar sim com certeza, jogos principalmente para passar o tempo como um bom hobby que sempre foi. Mas a nova geração complicada que esta vindo ai, eu realmente estou fora. Gastar com games também não era uma opção quando ficasse velho, depois do PSX era mais fácil baixar e jogar ou destravar hahahahahaha mas agora complicou.

Tudo bem que antes quando pequeno era gastando para alugar uma coisa que nunca será sua, mas isso a gente era pequeno, depois de velho a gente vê o que é mais necessário, hoje analisando meu sobrinho que gasta sempre 180 a 250 em um jogo no lançamento e depois larga no sofá, é complicado se manter assim. Gastei muito naquela conta que estou vendendo a preço de banana de verdade, mas sei que vou usar para algo mais necessário e no futuro por algo mais objetivo.

Tenho um amigo que sempre se irrita quando digo que os jogos de hoje para mim não serve como os jogos de antigamente, ainda sou viciado em jogos da época de ouro anos 80 e 90, e pela facilidade e custo beneficio que podemos comprar um console mesmo sendo da china com vários jogos já na memoria e se divertir por tão pouco.

Mas sei que tem muito jogo de hoje que vale a pena jogar, então se o mundo for streaming, ainda terei muitos e muitos jogos dessa geração ainda para jogar, caso destravem o PS4 até lá hahahahahaha

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@Sonymaster escreveu:
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@Sonymaster escreveu:
Só sei que esse novo modelo para mim não dá, realmente ficarei com os jogos offline antigos se possível, esses novos vou apenas acompanhar os novos jogadores dessa geração, estou velho demais para acompanhar.

Calma Sony, não desista tão cedo.

Tudo depende dos valores.
E não duvido nada que além da streaming, os jogos passem a ser consumidos por assinatura, como o game pass... aí eu acho que pode valer a pena.


Mas é sério Gordola, sei lá, ultimamente ou melhor, desde do PS3 eu sempre ficava meio para baixo em jogar esses novos jogos, digo esses de mundo aberto e coisa do genero, mas tem jogos que me divertiu demais, daquela lista que eu comprei e quero vender, joguei poucos agora os indies no estilo 2D foi o que mais joguei, então esses jogos são os que mais tem em tudo quanto é lugar, seja ele os antigos no emulador e como nos celulares e consoles antigos como PS3 e futuramente o PS4.

Só vou parar de acompanhar em jogar a nova geração seguinte, como eu ganhei o PS4 eu nem ia compra-lo, mas ganhei, uso muito para estudar pela tv assistindo aos videos e até filmes, agora para jogar são poucos.

Mas nunca vou deixar de jogar, sempre vou jogar sim com certeza, jogos principalmente para passar o tempo como um bom hobby que sempre foi. Mas a nova geração complicada que esta vindo ai, eu realmente estou fora. Gastar com games também não era uma opção quando ficasse velho, depois do PSX era mais fácil baixar e jogar ou destravar hahahahahaha mas agora complicou.

Tudo bem que antes quando pequeno era gastando para alugar uma coisa que nunca será sua, mas isso a gente era pequeno, depois de velho a gente vê o que é mais necessário, hoje analisando meu sobrinho que gasta sempre 180 a 250 em um jogo no lançamento e depois larga no sofá, é complicado se manter assim. Gastei muito naquela conta que estou vendendo a preço de banana de verdade, mas sei que vou usar para algo mais necessário e no futuro por algo mais objetivo.

Tenho um amigo que sempre se irrita quando digo que os jogos de hoje para mim não serve como os jogos de antigamente, ainda sou viciado em jogos da época de ouro anos 80 e 90, e pela facilidade e custo beneficio que podemos comprar um console mesmo sendo da china com vários jogos já na memoria e se divertir por tão pouco.

Mas sei que tem muito jogo de hoje que vale a pena jogar, então se o mundo for streaming, ainda terei muitos e muitos jogos dessa geração ainda para jogar, caso destravem o PS4 até lá hahahahahaha

uma coisa que vc falou e tem razão é que os custos dos jogos são considerados de maneira totalmente diferente quando somos adultos...

hoje em dia penso 10 vezes antes de comprar determinadas coisas.
outras formas de entretenimento eu simplesmente aboli, tipo ir a shows, muito caro para pouca coisa...
então deixei os games como meu entretenimento pra gastar

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@Gordola da Station escreveu:
@Antonio Neto escreveu:
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as empresas que vendem jogo físico vão chorar muito quando isso for realidade


vai ter choradeira mas os 2 mercados coexistirao

acho bom q tenha concorrencia e opcao pro consumidor

acho que venda de jogo físico pra console vai ficar como a venda de jogo físico pra pc hoje em dia, ninguém mais compra, fica lá no fundo da loja numas caixinhas empoeiradas. É um mercado que já era.
Serio que ainda existe lançamentos em mídia física para pc? awesome

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@naldin escreveu:
@Gordola da Station escreveu:
@Antonio Neto escreveu:
@Gordola da Station escreveu:
as empresas que vendem jogo físico vão chorar muito quando isso for realidade


vai ter choradeira mas os 2 mercados coexistirao

acho bom q tenha concorrencia e opcao pro consumidor

acho que venda de jogo físico pra console vai ficar como a venda de jogo físico pra pc hoje em dia, ninguém mais compra, fica lá no fundo da loja numas caixinhas empoeiradas. É um mercado que já era.
Serio que ainda existe lançamentos em mídia física para pc? awesome

Pensei que isso tivesse virado lenda urbana de banca de revista.  Rindo

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@Sonymaster escreveu:
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as empresas que vendem jogo físico vão chorar muito quando isso for realidade


vai ter choradeira mas os 2 mercados coexistirao

acho bom q tenha concorrencia e opcao pro consumidor

acho que venda de jogo físico pra console vai ficar como a venda de jogo físico pra pc hoje em dia, ninguém mais compra, fica lá no fundo da loja numas caixinhas empoeiradas. É um mercado que já era.
Serio que ainda existe lançamentos em mídia física para pc? awesome

Pensei que isso tivesse virado lenda urbana de banca de revista.  Rindo


entrem numa SARAIVA da vida, aí façam uma inspeção lá no fundo da loja onde tem games de xbox e playstation, aí do lado tem uma estante pequenininha com uns joguinhos de pc tipo expansão de The Sims.

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